2. Cuidados com os odores - Cuidado
com os odores corporal e o mau hálito, estes são decisivos para o
sucesso de quem dança. Perfume demais é tão prejudicial quanto a falta
dele. Certas tintas de cabelo também deixam cheiro forte. Cheiro de álcool e cigarro em geral não é bem visto.
3. A dança como relação social - Dançar
não é sinônimo de namoro, como pensam os mal informados. Mas se "pintou
um clima" não se acanhe e aproveite, pois é a coisa mais normal e
bonita que pode acontecer entre homens e mulheres. Homens lembrem-se de
que as mulheres amam homens que sabem dançar.
4. Convite aceito! Vamos para a pista - O
cavalheiro deve dar o seu lado direito para a dama e deixá-la escolher
o caminho a ser feito. Não deve guiar-lhe pelas mãos e muito menos
arrastá-la ou empurrá-la. Não se põe os demais em risco levando para a
pista cigarros e copos. Bolsas, sacolas, pochetes, chapéus e outros
acessórios pendentes também atrapalham.
5. Entrando na pista - Rodar
o salão é regra básica na Dança de Salão em todos os ritmos que exigem
ou possibilitam deslocamento, portanto, primeira coisa a fazer é
escolher a faixa onde se irá dançar. Toda a pista de dança pode ser
dividida em três faixas, a externa, que faz fronteira com mesas,
paredes ou mesmo com um palco, a central e a interna, situada entre o
centro e a faixa externa. Nas danças progressivas, como Samba de
Gafieira, Bolero, Tango, Valsa e Fox Trot, ficar na pista externa
significa estar sempre rodando o salão no sentido anti-horário. Quem
quiser ficar namorando, ou quem não tem técnica para rodar o salão,
deverá ficar no centro. É tido como boa estratégia para os iniciantes
ficar na faixa interna, de onde poderá ir para a segurança do centro,
ou arriscar-se de vez em quando na faixa externa. Já nas danças que são
mais localizadas, as não progressivas, como Forró, Salsa, Merengue,
Rock e Soltinho, a pista interna é adequada.
6. Porque percorrer o salão pelo sentido anti-horário? - Não
se sabe a origem ao certo, porém, sendo destra a maioria das pessoas,
há a tendência de se girar para a direita, assim percorrendo o sentido
anti-horário a tendência é ir para fora da pista, aproveitando-se todo
o espaço da pista. Se a maioria destra fosse pelo sentido horário, a
tendência seria ir para o centro, embolando todo mundo.
7. Começando a dançar - Antes de se começar a fazer passos é recomendável gastar-se uns dez segundos pelo menos para se adaptar ao ritmo e melodia da música e melhor se sintonizar com o parceiro. A dama deve deixar que o cavalheiro tome a iniciativa e inicie os movimentos.
Quando
o casal está dançando junto pela primeira vez é importante uma
adaptação e por isso o cavalheiro não deve já de início fazer passos
complexos, mesmo porque não saberá se ela o acompanhará. Se a dama for
mais experiente não deve lhe cobrar
passos, pois conseguirá melhor resultado do seu cavalheiro se deixá-lo
à vontade e passar-lhe a idéia de que não o está julgando. Além do
mais, o prazer de uma dança vem muito mais da sintonia que se consegue
com o parceiro do que pelos passos executados.
8. Desenvolvendo a dança - Lembrando
que a Dama não é escudo, para evitar colisões o casal deve estar
preparado para mudar de direção a qualquer momento. Evitar as áreas
congestionadas implica prever o movimento geral e adaptar os movimentos
às áreas livres. Também é importante adaptar a velocidade a dos outros
dançarinos, pois dançar com rapidez ocupa muito espaço e dançar lentamente, impede-se a evolução de outros pares.
Não pare no meio da pista, ou se forma grupinhos para dançar no mesmo lugar. Dance cada música no seu ritmo. Quando
ocorrer um erro, sorria, desculpe-se e prossiga com a dança. Se não
houver uma compatibilidade técnica entre o par, o dançarino mais
experiente deve igualar-se ao outro, executando movimentos simples e,
na medida do possível, aumentando o grau de dificuldade.
9. Finalizando a dança - Nos
finais de seleção é de bom tom aplaudir a orquestra ou o DJ. No final
da dança, deixando a dama na sua mesa, o cavalheiro se despede
agradecendo pela dança.